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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

On My Mind - capitulo 17


-Acorda beijoqueira – ouvi Miih dizer enquanto puxava meu pé.

-Calma mãe, já vou para o banho – é sério, eu ainda estava dormindo.

-Mãe? Está me chamando de velha? – Miih disse pulando em cima de mim.

-CHEGUEI, finalmente – Mit gritou e eu acordei assustada. Assim que abri os olhos vi Mit entrando pela porta da suíte carregando a Náthi nas costas.

-Pensei que só ia chegar ano que vem – Náthi reclamou e saiu das costas do Mit.

-Está reclamando do que? Se fui eu que te carreguei desde praia até aqui – Mit disse indo em direção ao banheiro. Está confirmado, ele é apaixonado pelo meu banheiro. Só pode.

-E lá vai ele de novo – Náthi disse se tacando na cama, deitando ao meu lado.

-Gente, como eu vim parar aqui? – perguntei e Miih e Náthi se entre olharam.

-Mágica – Miih respondeu de deboche.

-Por acaso eu me chamo mágica? – Mit perguntou saindo do banheiro fechando o cinto da calça.

-Como assim? – perguntei me levantando da cama e indo em direção ao banheiro.

-Ontem depois que você ficou beijando aquele “garanhão” , acabou bebendo todas e eu tive que te carregar no colo até o hotel – ele explicou mexendo no celular enquanto eu botava pasta na escova de dente.

-Obrigado – agradeci e coloquei a escova dentro da boca.

Em Los Angeles *

-Madi, soube que nós saímos na Tiger Beat desse mês – Alli disse para Madi, enquanto passavam pela banca de jornal do shopping.

-Sério? – Madi disse colocando as bolsas de compra no chão.

-Sim – Alli disse e Madi entrou correndo na banca de jornal – Maluca – Alli desabafou e também colocou as bolsas no chão.
Alli ficou esperando Madi fora da banca de jornal. Até que Madi sai da banca de boca aberta.

-O que foi Madi? – Alli disse se preocupando.

-Alli, não deixe o Cody ver a revista – Madi disse e Alli franziu a testa.

-Por quê? – Alli perguntou e Madi deu uma olhada na capa da revista.

-Isto – Madi virou a revista e Alli ficou de boca aberta.




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-Cody, chegamos – Alli abriu a porta de casa e jogou as bolsas de compras em cima do sofá.

-Ok – Cody gritou lá de cima.

-Eu acho que devemos contar sim ao meu irmão – Alli disse para Madi que no momento estava indo até a cozinha.

-Por quê? – Madi perguntou abrindo a geladeira e pegando uma jarra de água.

-Por que eu quero ver a reação dele. Conheço muito bem a (seu nome) e sei por que ela fez isso – Alli disse tirando a revista de uma das bolsas.

-A decisão é sua – Madi falou e colocou água dentro de um copo que estava em cima da pia.

-Trouxeram algo para mim? – Cody perguntou descendo as escadas.

-Sim, e não – Madi falou voltando á sala e olhando para a Alli.

-Como assim? – Cody perguntou.

-Nós compramos para nós, mas tem uma coisa relacionada á você – Alli disse e chegou mais perto dele.

-Falaram sobre o clipe que eu estou fazendo? – Cody perguntou e Madi e Alli se olharam.

-Não – elas falaram em coro. Alli no mesmo momento entregou a revista ao Cody.

Cody olhou a revista e leu até a última palavra. Ele não acreditava. Seu corpo estava mole, lágrimas começaram á sair de seus olhos. Ele ficou olhando a imagem por um bom tempo. Não fazia nenhuma reação, apenas olhava aquela capa de revista e chorava. Seu corpo estava paralisado. A revista que antes estava seca, agora estava com pingos de água, que saiam dos olhos de Cody.

-Cody, você está bem? – Alli perguntou percebendo que Cody estava meio pálido.

-Eu acho que não – Madi falou para Alli, percebendo que ele estava muito mal.

Cody desmaiou. No meio da sala lá estava ele. Jogado no chão sem ao menos ter largado a revista. A melhor amiga da sua irmã chorando ao andar até a cozinha em busca por um copo de água. E sua irmã de olhos arregalados, com lágrimas e sem reação. Parecia que o mundo acabou para ele. Mas ele não estava morto.

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-CODY, ACORDA – Cody acordou com Alli dando tapas fracos em seu rosto.

-O que aconteceu? – Cody inclinou o tronco e percebeu que estava deitado no sofá de sua casa.

-Você desmaiou quando viu a... – Alli nessa hora abaixou a cabeça e falou um pouco mais baixo – revista.

-Eu preciso dela – Cody se levantou do sofá e andou em passos largos até a escada.

-Cody espera – Alli saiu correndo atrás dele. Nessa hora Madi estava indo em direção á sala, ela apenas sentou no sofá e ficou pensando.

Cody entrou no quarto dele e começou á procurar. Ele achou depois de muita procura, estava debaixo do travesseiro dele. Ele simplesmente começou á mexer e Alli estava desperada.

-Cody, o que você vai fazer? – Alli perguntou nervosa.

-Fazer uma ligação – Cody respondeu e ela começou á tentar interromper ele á fazer a ligação.

-Você sabe muito bem que a ligação é internacional, ela está na América do Sul – Alli disse tentando pegar o celular da mão dele.

-Não importo, eu a amo – Cody começou á chorar e Alli aproveitou o momento dele de fraqueza e pegou o celular da mão dele.

-Cody, eu preciso te contar uma coisa – Alli disse se sentando cama do Cody e batendo nela, pedindo para o Cody se sentar ao lado dela.

-Fala Alli – Cody se sentou e olho bem no fundo dos olhos dela e abaixou a cabeça.

-Eu sei o porquê a (seu nome) fez isso – Alli disse e ele levantou a cabeça.

-Por quê? – Cody perguntou e ela olhou para o chão.

-Simplesmente ela pensa que você não a ama – Alli disse e ele abaixou a cabeça novamente.

-Por que ela pensa isso? – Cody perguntou e mais lágrimas saiam de seus olhos.

-Há uma semana mais ou menos, ela escutou você no telefone com a Baldwin.

-E qual é o problema? – ele perguntou limpando uma lágrima que acabará de sair.

-Ela simplesmente pensou ou achou que você não a ama, apenas gosta da Baldwin e ela é apenas um lixo, você depois de ter usado, joga fora – Alli explicava e Cody chorava ainda mais – e voltou por um tempo para o Brasil para ver se você sentia falta ou demostrasse que a ama de verdade – Cody chorava muito, a ponto de encher um balde.

-Mas por que ela beijou outro? – Cody perguntou soluçando de choro.

-Talvez a culpa não seja toda dela – Alli falou e levantou da cama.

-Como não? – Cody perguntou parando um pouco de chorar e apenas ficou puxando o ar.

-Quem mandou você ir jantar com a Baldwin e beijá-la? – Alli disse e Cody levantou a cabeça.

-Eu sou um idiota! – Cody limpou as lágrimas, levantou da cama e saiu andando até o corredor batendo os pés no chão.



Autora aqui *


Gente, eu sei .. esse capitulo está muito pequeno.. Prometo postar um grandão ... Postei assim para não deixar algumas na curiosidade e por que certas pessoas (Mit) ficaram me pertubando .. Então não pudi escrever maior por causa de privacidade, se vocês me entendem...

E se vocês perceberem.. reformei o blog..

Bjoos ... Comentem ! 


sexta-feira, 14 de outubro de 2011

On My Mind - capitulo 16

-Será que estamos salvos aqui? – Náthi disse com os olhos arregalados ainda do susto.

-E eu lá sei – Miih disse colocando o celular no alto para ver se achava sinal.

-Estou com medo de sair – falei completamente sozinha, já que Náthi estava ainda tentando respirar, Miih localizar sinal no celular e Mit não parava de rir.

-Como se alguém fosse procurar-nos em uma dispensa – Mit era o único prestando atenção em mim, mas ainda continuava à rir.

-Eu sei, mas se sairmos da dispensa vamos acabar voltando para o saguão do hotel – falei somente com o Mit, já que Náthi já estava quase desmaiada no chão e Miih estava desistindo de conseguir sinal e prestes á sentar em um balde que tinha de cabeça para baixo.

-Está vendo? Isso que dá ser famosa. Não tem mais privacidade para nada – Mit falou parando de rir. O que tem de engraçado em correr quase a praia todas dos fãs?

-Olha, eu adoro o que eu faço, adoro meus fãs e adoro correr deles. Vocês que não estão acostumados – falei com um tom defendendo.

-Pois é, mas olha onde estamos – Mit falou e nessa hora Miih e Náthi prestaram atenção na conversa e começaram à verificar cada parte do lugar.

-Na dispensa do hotel. E daí? – falei como se aquilo não fosse nada

-DISPENSA DE HOTEL, espero que você saiba o que é isso – Miih gritou se intrometendo na conversa.

-Já me escondi em lugares muito piores – falei e me virei para porta. Agachei, e olhei no buraco da fechadura com esperanças de não ter ninguém no corredor. Enquanto isso Miih e Mit estavam pensando no que eu disse, já a Náthi fez uma cara maliciosa.

-Como quais lugares? – Miih perguntou com um ar de dúvida, ela queria mesmo saber.

-Por exemplo – fiz cara pensativa – debaixo de carros, dentro de bueiros, casas completamente desconhecida no banheiro de uma sorveteria – lembrei-me de outro lugar e dei uma risada – e também já fingi que era um manequim – Náthi, Miih e Mit arregalaram os olhos.

-Como? – de novo Miih com as suas perguntas.

-Ora, apenas estava correndo dos meus fãs dentro do “shopping”, então vi uma loja. Entrei, mas não achei nenhum lugar pra me esconder. Então subi na vitrine e fiquei parada que nem estátua fingindo ser uma manequim – os três arregalaram ainda mais os olhos.

-E depois eu penso que já ouvi de tudo – Náthi se levantou do balde que estava “quase” quebrando. Não é o fato de ela ser pesada, mas o balde não era de boa qualidade.

-Me deu uma vontade de comer sorvete – Miih desabafou. Não sei se ela estava falando sozinha ou com a gente, pois estávamos falando dos lugares que já me escondi.

-Já é, vai lá fora comprar um sorvete – Mit ironizou.

-Eu posso, quem não pode é a (seu nome) – Miih fez cara de quem pode tudo.

-Depois de terem visto vocês comigo na praia, não sei se a imagem de vocês serão a mesma – desabafei e rapidamente Náthi olhou para mim assustada.

-E lá se vai a minha privacidade – Náthi dramatizou a frase e se jogou no chão da despensa.

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-Ufa, até que enfim – desabafei ao chegar à minha suíte do hotel.

-Pensei que nunca mais iria ver a luz do dia – Náthi ironizou e fechou a porta, já que entrou por último.

-Da próxima vez vou pensar duas vezes de andar com você novamente -Mit olhou para mim – é meio arriscado – desviou o olhar para o banheiro.

-Lá vai o cagão – Miih falou e riu ao mesmo tempo – só não entope o vaso – ela terminou a frase e Mit antes de entrar no banheiro deu o dedo do meio para ela.

-Vocês são loucos, mas amo vocês – abri os braços na esperança de um abraço – pelo visto vocês também me amam – ironizei, mas ninguém riu.

-Liga a televisão, necessito urgentemente de saber notícias sobre o mundo – Miih se tacou na cama.

-Ok – peguei o controle da televisão de plasma e liguei a TV.

-Gente chique é outra coisa – Náthi falou saindo da janela da suíte e se tacando na cama junto da Miih.

-Querem ver o que? – perguntei, já que não lembro muito dos canais brasileiros.

-Vai passando – Náthi me respondeu e pegou uma almofada, colocando-a debaixo da cabeça.

Comecei á passar os canais. Veio uma entrevista com o Justin Timberlake sobre o novo filme “Amizade colorida”. Cada vez que eu mudava de canal escutava a Miih dizer “Passa”. Mulher complicada. Fui mudando até chegar a certo canal em que estava passando uma matéria sobre minha pessoa. Acho que o canal era a “Globo”, só acho, não tenho certeza. Deixei. E apareceu eu saindo do hotel e indo em direção à praia. Também amostrou eu, Náthi, Miih e Mit coneversando. Falando nisso, cadê o Mitchel que até agora não saiu do banheiro? Continuando. Passou também nós correndo dos meus fãs e entrando no hotel, ainda bem que não amostraram o lugar no qual nós se escondemos. E eu acho que escutei a Náthi dizer “Está confirmado, perdi minha privacidade”. Ficamos ali rindo da matéria, até que ela acabou então resolvi mudar de canal novamente. Dessa vez parei na “multishow”, estava começando uma matéria sobre algum famoso. Eu já ia passar, quando a Náthi gritou “DEIXA”. Assenti e deixei no canal. E do nada o Mit sai do banheiro, mas agora sem camisa e secando o rosto com uma das toalhas do hotel.

“Coitada das toalhas” pensei.

-Perdi alguma coisa? – Mit sentou na cadeira ao lado da cama

-Só uma matéria da (seu nome) que passou nós três – Miih disse e nessa hora Mit parou de secar o cabelo, olho para Miih e deu um sorriso de ponta à ponta.

-Sério? – perguntou ainda com o sorriso no rosto.

-Sim – afirmei.

-Oba, não vou ter mais problemas com garotas – Mit falou e continuou á secar o cabelo. Enquanto isso Miih e Náthi não tiravam o olho da televisão. Eu como sou educada, para não deixar ele no vácuo dei uma risadinha fofa.

Fiquei pensando no que ele disse. Para mim, simplesmente teve graça, só demorei um pouco para pensar. Em meio as pensamentos, minha paz foi interrompida ao escutar “Cody Simpson” na televisão. Parei com os raciocínios e meus olhos foram diretamente para TV.

Televisão on*

Boa tarde telespectadora. Estamos com o programa “Fofoca de estrelas”. Aqui você encontra tudo o que quer saber sobre o mundo dos famosos – apresentador dá um sorrisinho e olha para o papelzinho na mão – iremos começar a matéria falando do cantor e compositor Cody Simpson, no qual ele foi visto com a garota do clipe “On My Mind” em um jantar romântico. Pelo visto o cantor de 14 anos adoro sair. E que sortuda essa Hailey Baldwin. Quem não queria um jantar à luz de velas em um restaurante? E pelo visto rolou um “beijinho” entre os dois. Será que o cantor está mesmo ficando com a Baldwin ou apenas tiveram um jantar? O namoro não foi confirmado por nenhum dos dois. E agora, os comercias.

Televisão off *

Assumo. Meu coração disparou quando o idiota do apresentador falou “E pelo visto rolou um “beijinho” entre os dois”. Decepção? Não. Tristeza? Não. Raiva? ABSOLUTAMENTE.

Náthi, Miih e Mit sabiam do meu relacionamento com ele, aliás, ex-relacionamento. Eles apenas ficaram olhando para a minha cara. E até se surpreenderam quando viram ela vermelha de raiva e não de quem ia começar à se derramar em lágrimas. Eles não falaram nada, apenas ficaram me olhando, até que eu soltei uma palavra que realmente significava o que eu iria fazer após a matéria.

-Hoje a cobra vai fumar. – falei e eles arregalaram os olhos

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-Você tem certeza que quer faz isso? – Náthi disse com o celular na mão e cara de preocupada.

-Absoluta, agora liga – falei e ela assentiu ligando.

-Você acha mesmo que ligar para os papaparazzis vai adiantar algo – Mit disse também preocupado.

-E muito, eu entendi o que ela vai fazer – Miih sabia no que eu estava pensando e concordou comigo.

-Vão atender, corre – Náthi disse botando o celular no viva-voz.

Ligação on *

-Revista Tiger Beat, o que deseja? – uma voz fina disse no outro lado da linha. Ficamos se entre olhando para ver quem iria falar, até que tomei iniciativa.

-Boa Tarde, eu queria saber se a revista é só do Brasil ou do mundo toda – falei e a mulher respondeu calmamente.

-Sim, essa revista é vendida mundialmente, mas o que a senhora deseja? – pela voz, ela estava duvidosa.

-Vocês querem uma matéria de capa? E oficialmente exclusiva? – perguntei e a mulher animou a voz.

-Sim, mas de quem? – ela estava quase se sufocando de tanta dúvida.

-(seu nome e sobrenome) – falei e a mulher ficou calada. Cheguei à pensar que ela desmaiou.

-E onde conseguimos essa matéria? – ela falou com uma voz meio, maliciosa.

-Vá à Barra da Tijuca, lá tem uma casa de show, hoje terá tipo uma festa “Raive” à noite, esteja lá as 21h00minh sem falta, ou então não terão a matéria que irá parar o mundo – falei e pelo modo dela respirar, devia estar anotando o que eu dizia.

-Estarei lá, sem falta – a moça assentiu e desligou o telefone.

Ligação off *

-Você é maluca – Mit disse rindo e olhando para o chão.

-Percebes-te agora? – falei e me levantei e fui em direção ao banheiro.

-Vai fazer o que? – Náthi me perguntou ainda olhando para o telefone, que estava avisando que a bateria tinha acabado.

-Me preparar para hoje à noite – sorri maliciosa e entrei no banheiro.

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-Vocês estão lindas - Mit elogiou nós três, que estávamos realmente lindas.

-Obrigada – agradeci e dei um sorriso

Estávamos mesmo bonitas. Eu estava com o cabelo solto e de lado, com um vestido curto, colado no corpo e chamativo na cor vermelha e o sapato era um scarpan preto. Já a Miih estava com um vestido amarelo fluorescente e um sapato verde, parecia realmente o Brasil e a Náthi deixou os vestidos de lado e optou para um mini short, com uma blusa extremamente decotada na cor roxa e um All Star de cano alto, até os joelhos. As roupas? Sã todas minhas. Ao invés delas irem para casa, tomaram banho lá na minha suíte mesmo. Enfim, saímos e fomos para a “Raive” no lugar que eu tinha indicado para a mulher.

O caminho até lá foi normal. Conversamos e rimos até demais. Fomos de limusine, que o próprio hotel nos emprestou, mas com motorista. Chegamos ao local desejado. Eu sai da limusine primeiro e os três vieram logo atrás. Entramos na casa de show e geral estava dançando música eletrônica. Quem me viu entrando parou o que estavam fazendo, não sei se foi pela roupa e o corpão ou pelo fato de ser famosa. Todos me olharam e começaram à correr em minha direção. Até mesmo o DJ parou a música para me ver. Antes que alguém tocasse em mim fiz um sinal bruto para eles pararem.

-PAREM AGORA – todos pararam e ficaram olhando para mim – eu apenas vim aqui para me divertir. Posso até dar autógrafos ou tirar fotos, mas depois, antes vou dançar e me divertir com meus amigos – todos assentiram e voltaram à dançar. Alguns ainda ficaram parados me olhando, dei um sorriso e fui em direção à pista de dança. Antes de chegar á pista de dança, tem um mini bar, no qual eu percebi que alguém me olhava muito, até de mais. Olhei também para a pessoa. Garoto, lindo de morrer. Cabelos loiros e olhos azuis, tinha aparência com o Cody, mas era mais baixo, do meu tamanho e tinha o cabelo meio arrepiado. Minha mãe sempre disse que eu adoro loiros, ela tem razão. Desviei-me da pista e fui em direção ao garoto, que por sinal, deu um sorriso malicioso a me ver chegando perto dele. Sentei ao seu lado, na bancada do mini bar. Antes de eu puxar assunto, ele mesmo fez isso.

-Então (seu nome) veio aqui curtir e tirar férias dos seus fãs? – ele falou ainda com um sorriso malicioso no rosto.

-Apenas curtir, preciso distrair a mente – falei e no mesmo momento os tal paparazzis da revista Tiger Beat chegaram – na hora certa – olhei no relógio e eram 21h00m, o tal menino levantou uma sobrancelha.

-Como assim? – ele me perguntou

-Qual é o seu nome? – perguntei. Os paparazzis ainda não tinham me visto.

-John Sillverstone – ele respondeu – por quê ?

-Posso fazer uma coisa com você? – falei e ele levantou a sobrancelha novamente. No momento os paparazzis me avistam e já apontam as câmeras.

-Pode – ele respondeu.

Não esperei ele dizer mais nada. Segurei a nuca dele e posicionei nossos rostos, eu sentia a respiração dele, e ele a minha. Ele podia ter me empurrado, mas ele deu um sorriso. Encostei nossos lábios e ele também segurou minha nuca, sai do banco e fiquei entre as pernas. Ele pediu passagem para a língua, deixei. O engraçado é que o beijo de John era melhor do que o do Cody. Não sei se é pelo fato de gostar de mim, ou pelo fato de o beijo do Cody significar nada para mim. Nós dois se envolvemos no beijo. Eu só sentia os clarões das câmeras. No momento todos deviam estar olhando. Nem fiz questão de abrir os olhos, se não iria aparecer que eu não estava gostando. Terminei o beijo com selinhos. Sussurrei no ouvido dele “Desculpa” e olhei nos olhos dele. No momento os olhos dele brilhavam. Dei um sorriso e virei o rosto para visualizar os paparazzis. Eles estavam completamente felizes, com uma face de “Essa vai para primeira capa”. Olhei vitoriosa e dei mais um selinho em John. Puxei-o para a pista de dança. Dançamos a noite toda. Trocamos alguns beijos e os paparazzis tiraram fotos de cada movimento que eu fazia. No final expliquei ao John o porquê dos beijos. Ao invés de ele ficar furiosa, ele sorriu vitorioso.

-Qual é o motivo do sorriso? – perguntei

 -Você sempre foi minha diva, e eu nunca gostei do Cody – ele respondeu e eu dei uma risada.




Autora aqui *


Gentee , fiz o Imagine meio grandinho hoje. Pois veio muitas idéias na minha cabeça .... E eu acho que á partir de agora o Imagine vai ser assim ... Então, e o que vai acontecer no dia seguinte? Será que o beijo será transmitido no mundo todo? Se quiser saber, comentem ...


C-O-M-E-N-T-E-M , não se esqueçam. 

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

On My Mind - capitulo 15

-Por aqui senhorita – dizia o carregador de bagagens.

-Obrigado, e toma uma gorjeta para você – disse entrando no quarto e dando duas notas de R$50,00 reais para o bagageiro que quando viu a quantia, pulou de felicidade.

-Vou indo, se precisar é só ligar para o saguão – ele disse indo até a porta enquanto eu sentava na cama.

-Pode deixar, irei procurar você – joguei meu corpo completamente em cima da cama, não sei como consegui chegar até lá.

Fiquei deitada por um tempo, não sabia o que fazer. Será que eu arrumo as malas primeiro ou vou conhecer o hotel? Ou então conheço o hotel e depois arrumo as malas? Sou um tipo de pessoa indecisa.

Como eu estava? Completamente entediada

Depois de ficar pensando em qual decisão tomar, cheguei a uma resposta. Sempre fui preguiçosa, então vou conhecer o hotel primeiro.

Imagina, você, sozinha, no hotel Copacabana Palace, em plena cobertura, com fãs histéricas gritando o seu nome. Quem não ficaria feliz?
Sai daquele quarto com a mesma roupa que cheguei ao Brasil, mas com um biquíni por baixo, e troquei o All Star por chinelos. Desci e fui direto ao saguão, avisei que iria dar uma volta pela praia.

-Você irá querer segurança, senhorita (seu sobrenome)? – disse a recepcionista do hotel

Ela era baixa. Magra. Olhos e cabelos castanhos claros. Lábios completamente vermelhos pelo batom, que se não me engano, eram na cor Sangue. E uma roupa completamente social, uma blusa de manga curta branca, um blazer azul-marinho combinando com a decoração do hotel, e uma saia até os joelhos, justa, que também eram azul-marinho.

-Não, obrigado – disse indo em direção à sacada do hotel. Ela assentiu dando um sorriso sem amostrar os dentes

Passei pela sacada e lá estava. Cerca de 200 pessoas em frente ao hotel com cartazes. Alguns cartazes tinham uma parte de uma música minha, outros apenas meu nome, e muitos tinham um “I LOVE YOU”. Será que eles sabem que eu sou Brasileira e sei falar português? Isso não vem ao caso agora. Passei na beirada da sacada e todos começaram a gritar. Senti-me completamente feliz, uma vontade imensa de descer e ficar no meio da muvuca, mas eu não queria morrer cedo. Comecei a falar inglês com eles, já que todos pensam, eu acho, que eu só sei falar inglês. Mas ninguém entendia no caso o que eu estava falando, então falei português mesmo. Cantei uma parte de uma música no qual todos meus fãs amavam. Escrita por mim, claro. Após esses minutos, legal por mim, desejo realizado por outros. Desci e fui por um caminho no qual ninguém conseguia me ver. Fiquei rindo ao ver todos ainda na porta do hotel enquanto eu já estava atravessando a rua, em direção a praia.

Alguém me viu? Não, sou INVISIVEL.

Cheguei à praia, estava meio deserta, já que a maioria da população devia estar do outro lado da rua vendo se eu aparecia na janela. Cheguei bem perto da água, onde eu parei e deixei a primeira onda vir e molhar meus pés. O mar não estava agitado, nem calmo. Estava bom para surfar. Confirmado o surfe. Vi umas duas pessoas surfando e outras duas sentadas na areia apenas observando. Achei estranho, pois elas eram adolescentes e não estavam em frente ao hotel gritando meu nome igual ao outros. Então eu fui caminhando até elas, quando mais perto eu chegava, mais saudade do meu passado eu tinha.

-Oi, por que vocês não estão na porta do hotel? – perguntei à duas meninas que estavam sentada da areia observando dois garotos surfarem

-Apenas não queremos relembrar de certas coisas – disse uma moreninha de olhos claros. Ela nem se quer olhou para o lado para responder minha pergunta, aliás, nenhumas das duas garotas olharam.

-Que tipos de coisas? – Perguntei tentando chegar a uma justificativa.

-Uma amiga – respondeu a branquinha de cabelos pretos e curtos.

Eu não conseguia identificar os rostos delas pelo sol em meus olhos, e elas nem se quer sabiam quem eu era, pois não tinham a mínima vontade de olhar para o lado e saber da minha pessoa.

-Caraca mano, que onda radical, veý – disse um garoto vindo em nossa direção com uma prancha debaixo do braço. Ele? Era branco, dos olhos verdes e aparentava ter um moicano como penteado, ou será estilo radical pelo fato de ter pegado uma “onda”?

-Demorou, pensei que iria morar no mar com os peixinhos – disse a moreninha acompanhando com os olhos o garoto que também estava surfando ir embora.

-É que estava muito boa, então... – o garoto parou de falar ao perceber minha presença e me olhou de um jeito estranho, parecia que nós se conhecíamos há um tempo – conheço você de algum lugar – ele disse e as outras duas garotas olharam para mim pela primeira vez.

-Prazer, sou a (seu nome) – estiquei meu braço tentando dar um aperto de mão. As duas garotas arregalaram os olhos e o garoto ficou paralisado ainda olhando para mim – eu sei, eu sou famosa e tudo mais. Mais não precisa ficar assim, sou uma pessoa normal – tentei tirar um pouco do peso das minhas costas.

-Nós não estamos assim por que você é famosa – disse o garoto ainda com a prancha no braço, enquanto as duas garotas ainda olhavam para mim.

-Então é por quê? – tentei entender aquele momento completamente difícil
-Você não está reconhecendo nós? – dessa vez foi a vez da branquinha falar. Eu fiquei um bom tempo tentando saber do que eles estavam falando. Olhei bem nos olhos de cada um, que no momento ainda estavam parados olhando para mim. A prancha do garoto? Já estava caída no chão. Simplesmente vieram em minha cabeça umas recordações. Sim, eu sabia quem era eles, e o porquê deles ficarem desse jeito.

Primeira coisa que lembrei? Passado. Quando eu era apenas uma garota com um sonho

Tentei retomar energias para falar, no momento estava muito feliz, lágrimas podiam cair dos meus olhos a qualquer momento. Respirei fundo.

-Náthi, Mit , Miih , são vocês?

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-Calma, ainda não estou conseguindo acreditar – falei andando de um lado pelo outro, já fazendo um buraco na areia.

-É amiga, somos nós – respondeu Náthi.

Quem são eles? Meus primeiros amigos e únicos, sempre estiveram comigo. Nathália ou Náthi é um tipo de amiga perfeita. Engraçada? Até demais. Sempre está alegre. Físicas? Morena, alta, magra, olhos claros, cabelos longos e castanhos. Miriã, mas ela particularmente prefere Miih, com dois “I”. Ela é branquinha e magrinha, olhos escuros e cabelo curto. Ela também é maluca, mas leva certas coisas muito à serio. E Mitchel, ou pelos mais próximos, Mit, é um garoto meio que anormal. Não é anormal porque ele seja louco ou então chato. Ele é um tipo de garoto que nunca vi igual: carinhoso, inteligente e trata as garotas, ou então mulheres como ele gosta de falar, como elas merecem. Suas físicas é de deixar qualquer garota, “TARADA” inclusive, completamente louca. Apesar de sua idade, tem músculos formados e um tanquinho de tirar o fôlego de qualquer uma, cabelos pretos e olhos verdes, muitos verdes. Adora surfar e sempre curte uma festinha com os amigos. Infelizmente os deixei no Brasil para seguir minha carreira. Apesar de ter algum tempo sem vê-los, muito pouco tempo, eles estavam diferentes.

-Vocês não querem ir lá ao hotel? – eu disse depois de ter pensado um pouco.

-Ok, nós vamos, mas e seus fãs? Não vão devorar nós? – Mit disse de sombrancelhas levantadas

-Não sei, se formos... – nesse momento Miih me interrompeu com cara de assustada.

-CORRE – ela disse já se levantando da areia.

-Por quê? – tentei entender a situação.

-Olha para trás – Náthi disse também arregalando os olhos e olhando para algo atrás de mim

-Ferrou.



Autora aqui

Gentee , como você viram , tem novos personagens e tal. Depois , quanti não tiver preguiça , posto a foto da Náthi , Mit e da Miih. Eles são sim personagens reais , mais para frente coloco fotos deles e como achá-los.

Ansiosas para saberem o porque da correria?

Comentem e por favor , comente ~~hehe~~

Bjoos ... Lhamas sedutoras 

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

On My Mind - capitulo 14



-Pai, mãe, então como vai ser? – perguntei aos meus pais sentados na mesa

-Filha, por que você quer fazer isso? – meu pai disse olhando profundamente no copo d’agua que estava prestes á beber

-Pai, apenas quero voltar para o Brasil por um tempo, quero conhecer minhas fãs brasileiras - disse levantando da cadeira e colocando o meu copo de suco na pia

-Filha, você tem certeza? Mas você tem que fazer muitas coisas aqui em Los Angeles - minha mãe disse parando de pensar e prestando atenção no assunto

-E você tem que parar de dar susto na gente – meu pai disse se levantando e colocando o copo no qual tinha água dentro da pia

-Como assim susto? – disse me sentando na cadeira novamente

-Tenta ficar calmo quando sua filha vem falando que precisa conversar com os pais - minha mãe disse arregalando os olhos

Para falar a verdade, quando eu estava conversando com a Alli tomei a decisão de viajar por pelo menos uma semana para o Brasil, não aguentaria dois meses sem meus fãs Californianos, assim que a Alli foi embora da minha casa, sai correndo escada á baixo e cheguei para meus pais dizendo que eu precisava conversar com eles. Assentiram. Então se nos sentamos nas cadeiras ao redor da mesa e começamos á conversar

-É, desculpa mãe, da próxima eu não faço tanto drama - disse dando um sorrisinho Colgate (recomendo).

-Ok, você viaja para o Brasil por um mês, mas vê se quando voltar para Los Angeles compre suas tarefas de famosa.

-Ok, já disse que amo vocês?- disse me levantando da cadeira e dando um beijo na bochecha que cada um

-Amanhã, nós vamos te levar no aeroporto, e lá mesmo compramos a sua passagem para o Brasil, e o hotel, Copacabana Palace - seu pai disse e seus olhos brilharam quando ele disse “Copacabana Palace”.

Depois dessa noticia M-A-R-A-V-I-L-H-O-S-A, simplesmente fui para meu quarto e comecei a arrumar as malas, botei 4 shorts jeans curtos, 2 calças comprimidas, 8 blusas de manga curta e 3 de alcinha e 3 vestidos completamente maravilhosos, apertados e arrasando. Como sapato coloquei 2 All Stars, um de cano médio e o outro de cano longo, 3 sapatos altos de camurça e bem chamativos. E não pude esquecer-me do biquíni e chinelos. Estavam tudo pronto, malas feitas. Acabei era 21h26min, desci e fui à cozinha comer algo, quando batem na porta, em uma lerdeza profunda fui atender.

-Oi - era o Cody.

-Ah, oi, entra - disse dando passagem para ele entrar na casa.

-Eu vim para falar que te amo – Cody disse mas os olhos dele não tinham brilho, eram foscos, muito foscos

-Que bom – dei um sorriso fraco sem amostrar os dentes

-Você vai mesmo viajar? – Cody disse passando a mão em meu rosto

-Sim, eu vou amanhã – após terminar a frase me virei e andei até o sofá, no qual eu sentei.

Cody não fez nenhuma reação, não segurou meu braço, não andou até mim e se sentou ao meu lado e nem se quer falou nada, apenas ficou parado na porta, pelo lado de dentro da casa. Talvez ele tenha sacado que eu sei que ele não goste verdadeiramente de mim, ou então é Gay e quer me deixar de lado pelo outro bofe. Pensei com humor. Cody ainda estava parado na porta, tomei iniciativa:

-Cody, você está bem? – perguntei e ele desviou o olhar do chão para mim

-Sim, apenas estava... pensando – Cody disse enfiando as mãos no bolso

-Ah, sim – deitei no sofá e liguei a TV

-Eu vou embora, tenho que fazer umas coisas – Cody disse tirando a mão dos bolsos e colocando na porta.

-Ok, até a próxima – levantei do sofá e andei em direção à porta, fechando-a.

Entrei e fui em direção à cozinha, abri a geladeira e vi um resto de lasanha, coloquei no micro-ondas, enquanto a lasanha esquentava subi ao meu quarto e arrumei minha cama para dormir. Ouvi o barulho do micro-ondas, a lasanha já estava pronta. Desci enlouquecidamente cantando Loca da Shakira, tirei a lasanha do fogo e nem esperei esfriar, enfiei o garfo e comi, enfiando lasanha goela à baixo
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-Filha, acorda, vamos se atrasar – minha mãe deu tapas no meu pé

-Já estou acordada – disse tirando o travesseiro de debaixo da cabeça e colocando em cima do rosto

-Mas vai tomar banho – minha mãe me deu o último tapa no pé, dessa ver forte, e saiu do meu quarto

Levantei a cabeça, deixando o travesseiro que estava em cima cair no chão, fui levantando com esforço, quase caindo de novo na cama, não prestei atenção em nada, apenas de chegar ao banheiro e tomar banho. Dito e feito. Abri o chuveiro, a água veio completamente gelada, me senti no Polo Norte. Depois de um tempo a água vai ficando quente, ao mesmo tempo “deliciosa”, dei um suspiro de alivio, e continuei meu banho por uns 10 minutos, seria mais, se minha mãe não ficasse que nem poste na porta do banheiro mandando eu sair. “De quem é o banheiro?”, pensei. Sai de lá já arrumada, um mini short, uma blusa de gola com um decote na cor verde limão, e um All Star de couro branco. Sou do tipo de pessoa que sempre está na moda, coloquei os meus óculos Ray-Ban ~~é assim que se escreve?~~ verde combinado com a blusa e várias pulseiras ao redor do braço. Perfume? Um delicioso Victoria Secrets. Já estava totalmente pronta, peguei minhas malas e desci. Cheguei na cozinha e peguei uma maça e andei até a porta, quando abro a mesma, dou de cara com o Cody e a Alli na minha frente

-Amiga, boa sorte lá no Brasil – Alli disse pulando em cima de mim e me dando um abraço esmagador

-Valeu, irei sentir muitas saudades – disse com esforço, Alli me apertava, até demais.

-Bom viajem, vou estar te esperando – Cody me deu um abraço e um selinho.

Confesso, não senti ABSOLUTAMENTE nada nesse beijo.

-Obrigada, se cuida, quando voltar espero que você esteja livre como um pássaro – Cody riu ao ouvir eu falar. Era uma ironia. Depois que entrei carro que ele percebeu

Segui a viagem tranquila até o aeroporto. O aeroporto estava bem vazio e uma paz imensa. Mentira. O aeroporto estava cheia de fãs, gritando o meu nome. Tinha fãs que estavam com cartazes e dava para ver perfeitamente um “I LOVE YOU” escrito. Para não ter muito tumulto, tinha uma barra que não deixava elas passarem, aliás, me matarem sufocada. Dei muitos autógrafos, muitas fotos e muitos sorrisos, meu maxilar doía.

-(SEU APELIDO) – Todas gritavam meu nome em coro

Dei autógrafos e tirei fotos até escutar “Voo 26, destino: Brasil”. Assenti a mulher de voz estranha e entrei no avião. Meus pais? Ficaram em L.A, me deixaram ir sozinha. Dormi a viagem inteira, acordei uns 30min antes do avião pousar em solo brasileiro, peguei meu iPod e entrei no Twitter. Muitas pessoas me mandando @Menções. Confesso que fico louca com isso. Twittei o seguinte :

(SEU TWITTER) (seu nome)
OMG , I’m in Brazil now, remember of my life ...

Continuei no Twitter até escutar: “Iremos pousar imediatamente, coloquem os cintos”.

Coloquei o cinto e o avião pousou, levantei e peguei malas menores, andei apressadamente até a porta do avião, avistei o solo brasileiro, dei um suspiro forte

-BRASILL , finalmente...


Continuaaa , comentem , por favor =D

Amu vcs .. *--*